Quando a humanidade ainda engatinhava sobre o Planeta, ela estava à mercê de tudo aquilo que lhe competia o ambiente e tornava sua existência sob risco de extinção. Por ser uma espécie frágil, a sobrevivência e evolução dos humanos foi dependente da criação e implementação da Machina: toda a tecnologia que os fizeram sobressair e perseverar como habitantes do mundo.
Mas como o corpo do homem, toda Machina precisa de combustível. E o combustível usado pela humanidade é o Elementum (plural Elementa), uma pedra brilhante de energia condensada e de cores alternadas que permite aos homens de todo o mundo mover toda Machina.
Com a descoberta do poder e para a extração de Elementum, há muito tempo atrás, foi criado um grupo chamado Orion, estudiosos e especialistas do minério que tinham como foco toda a extração e métodos de aplicação da energia latente do objeto, mas que por algum motivo pouco revelado, se dividiram em duas megacorporações que atuam até hoje: A Frontier Inc. e a AeonTech. Isso foi há cerca de 200 anos atrás.
Ambas as empresas começaram no seguimento de energia, mas hoje elas são tão grandes que sua abrangência é assustadorar: desenvolvimento farmacêutico, andróides, implementação militar... São quase outras nações: possuem departamentos próprios, seu próprio exército, mercenários e espiões, poder de influência em decisões políticas e sociais dos países. Isso para citar apenas alguns exemplos do que as pessoas sabem.
E hoje, o Mundo está em crise pois o Elementum mostra sinais que está a acabar. As minas estão exaurindo-se, o preço da energia começa a ir às alturas, cidades começam a ter blackout’s. Alternativas estão sendo buscadas, mas a grande maioria são soluções paliativas que não resolvem o problema e ainda podem gerar graves conseqüências sociais. Rebeldes e vândalos, antes apenas casos policiais esparsos de luta contra o sistema, hoje promovem atentados, levam informações sigilosas das empresas e começam a ameaçar o sistema de várias formas. Os países estão perdendo o tom da diplomacia e tomando rumos hostis entre uns e outros, apoiados de forma ou de outra pelas Empresas que desejam mais territórios de exploração de qualquer coisa. Os jovens transitam entre a nova droga do momento, o punk-rock e punk-eletro das danceterias, seus irmãos de fim de semana e participações em ataques contra aquilo que acreditam, e os mais velhos já prevêem tempos turbulentos.
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